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Resultado Eleição CRMV-PA – Triênio 2017-2020
A chapa Ética e Compromisso, que tem como presidente a médica veterinária Maria Antonieta Martorano, foi eleita para gestão do triênio 2017-2020 do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Pará (CRMV-PA).
A eleição ocorreu no dia 08 de abril de 2017, das 09h às 17h na sede do CRMV-PA, de maneira tranquila, em um ambiente cordial, sem nenhuma ocorrência durante todo o dia.
Ao todo foram escolhidos para a próxima administração 16 representantes, divididos entre Diretoria Executiva, Conselheiros Efetivos e Suplentes. A nova diretoria tomará posse em setembro deste ano.
ELEITOS GESTÃO 2017-2020 / CRMV-PA
Presidente: MARIA ANTONIETA MARTORANO PRIANTE – CRMV/PA nº 0384
Vice-Presidente: AUGUSTO DE ARAÚJO VIANNA – CRMV/PA nº 0576
Secretária Geral: TERESINHA MARIA MEGALE ROSSETTI – CRMV/PA nº 0523
Tesoureiro: MARCELLO RIBEIRO MONTE SANTO – CRMV/PA nº 1003
Conselheiro Efetivo: GLAUCIO ANTONIO ROCHA GALINDO – CRMV/PA nº 1415
Conselheiro Efetivo: JEFFERSON PINTO DE OLIVEIRA – CRMV/PA nº 1186
Conselheira Efetiva: KATHERINE SHARLENE BARBOSA FRAGOSO – CRMV/PA nº 1218
Conselheiro Efetivo: LEÔNIDAS OLEGÁRIO DE CARVALHO – CRMV/PA nº 0665
Conselheira Efetiva: NAZARÉ FONSECA DE SOUZA – CRMV/PA nº 0484
Conselheira Efetiva: NEUMA KARLA GOMES DE LIMA GENTIL – CRMV/PA nº 0756
Conselheiro Suplente: CARLOS MAGNO CHAVES DE OLIVEIRA – CRMV/PA nº 1203
Conselheira Suplente: CRISTIANE FONSECA COSTA CORRÊA – CRMV/PA nº 1068
Conselheiro Suplente: FRANCISCO GABRIEL RODRIGUES DE AZEVEDO – CRMV/PA nº 26 / ZP
Conselheiro Suplente: FERNANDO ANTONIO SERRANO ALBERT – CRMV/PA nº 0660
Conselheira Suplente: MARIA DAS DORES PAIVA RIBEIRO – CRMV/PA nº 0349
Conselheiro Suplente: RAIMUNDO NONATO COLARES CAMARGO JR. – CRMV/PA nº 1504
Seres: Médicos Veterinários podem aprender gratuitamente sobre RT em animais selvagens
De acesso gratuito e totalmente online, o Seres – Banco de Conhecimento da Medicina Veterinária e Zootecnia é uma plataforma de Ensino a Distância (EaD) que conta com conteúdo criado especialmente pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Um dos destaques do material didático exclusivo do site é o curso de Responsabilidade Técnica (RT) em animais selvagens, uma aula introdutória voltada para os médicos veterinários que desejam saber mais sobre os conceitos que envolvem o trabalho com espécies nativas.
Este é um dos quatro temas abordados pelos primeiros cursos da plataforma, disponíveis desde o mês de março. O site conta também com um curso sobre RT em Piscicultura, um de RT em Instalações Animais e dois módulos de Medicina Veterinária Legal.
As aulas virtuais do curso de RT em animais selvagens são voltadas para os profissionais que pretendem lidar com espécies nativas ou exóticas, e abordam questões como as exigências dos empreendimentos dedicados a proteger e cuidar desses animais e os deveres do médico veterinário que atua nesta área. O curso cita, ainda, os conceitos de bem-estar e sanidade animal, e como eles se aplicam no trato de animais selvagens.

Imagem: Seres/ divulgação
O conteúdo do curso foi elaborado pelos integrantes da Comissão Nacional de Animais Selvagens (CNAS/CFMV), que têm grande experiência como responsáveis técnicos de empreendimentos dedicados a essa área de atuação. “Nós sabemos das dificuldades que encontramos no começo, e as dúvidas que tínhamos. Tudo isso estará esclarecido no curso”, explica o médico veterinário Isaac Albuquerque, integrante da CNAS.
O médico veterinário que está preparado para zelar pelos animais selvagens pode colaborar com a conservação ambiental em tempo integral, atuando como RT de locais como zoológicos ou mesmo criadouros científicos. “O profissional que fizer o curso saberá passo a passo como fazer para registrar o empreendimento, como atuar em situações diversas, como notificar, e como orientar o proprietário sobre as normas”, enumera Albuquerque.
Este profissional também pode trabalhar nos Centros de Triagem de Fauna Silvestre (Cetas), empreendimentos autorizados pelo Ibama e que têm a finalidade de receber, identificar, avaliar, reabilitar e destinar animais selvagens resgatados. A presença do médico veterinário é essencial para garantir a recuperação das espécies silvestres, sendo o único profissional habilitado para realizar a prática clínica em todas as suas modalidades, seja como RT ou por meio de contrato de assistência veterinária.
Opções não faltam para o médico veterinário capacitado a atuar com animais selvagens. “Essa área está em ascensão. A procura por animais de origem legal, por exemplo, tem aumentado com a conscientização da população. E para isso é necessário ter um médico veterinário responsável, que vai garantir a sanidade desse animal. A proposta do curso é suprir essa demanda por profissionais”, descreve Isaac Albuquerque.
Mas o integrante da CNAS ressalta que esta é uma área de atuação tão exigente quanto recompensadora: é essencial ter uma grande vocação e disposição para adquirir o conhecimento necessário para trabalhar regularmente com espécies silvestres. “Muitos veterinários não têm o preparo institucional, pois a responsabilidade técnica não é uma matéria comumente divulgada nas universidades”, ressalta Albuquerque. “Então o CFMV está procurando com esse curso esclarecer mais sobre as diretrizes, normas e legislação pertinente a essa função”, resume.
Responsabilidade técnica
Ao final do curso, o estudante terá a opção de fazer uma avaliação e, se aprovado, receber um certificado digital que vai complementar a formação tradicional de responsável técnico que já é obtida junto aos conselhos regionais.
A Responsabilidade Técnica é um Selo de Qualidade do empreendimento com a chancela do CRMV, sendo exercida por médico veterinário cadastrado no respectivo CRMV. A atuação do RT é prevista pela Lei Federal nº 5.517/1968, que dispõe sobre exercício da profissão de MV.
Para se constituir RT, o profissional necessita formalizar um contrato com o empregador. Esse contrato deve ser registrado no CRMV e a atividade do RT é orientada pelo Manual de Responsabilidade Técnica.
Governo sanciona lei que estabelece normas para programas de controle de natalidade de cães e gatos
O Governo Federal sancionou nesta sexta-feira (31/03) a Lei nº 13.426, que estabelece normas para programas de controle de natalidade de cães e gatos no Brasil. O texto abrange ações de esterilização permanente por cirurgia, e por outros procedimentos que garantam eficiência, segurança e bem-estar ao animal, e prevê que cada programa se adapte para atender às necessidades de sua região.
“Trata-se de instrumento valioso para o estabelecimento regrado das políticas públicas. A partir dessa lei os municípios devem dar prioridade aos problemas mais graves das suas jurisdições. Por outro lago, reforça a necessidade dos serviços e da presença dos médicos veterinários nessa importante atividade dentro da saúde pública”, avalia o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda.
De acordo com o texto, a esterilização de animais será executada de acordo com um programa que leve em conta a necessidade de atendimento prioritário ou emergencial da localidade ou região, mediante estudo que aponte superpopulação ou quadro epidemiológico que exija a medida de controle.
“Essa diretriz nacional estabelece um regramento que pode ser aperfeiçoado em cada região, de acordo com as características locais. Essa lei serve como um sinalizador de políticas públicas, tanto no âmbito dos estados quanto dos municípios”, ressalta o médico veterinário Julio Barcellos, presidente da Comissão Nacional de Assuntos Políticos do CFMV (Conap).
O CFMV colabora com a construção da lei no Congresso Nacional desde 2011, quando foi criada a Conap. “O CFMV entendeu que essa lei poderia ser extremamente positiva como uma ferramenta de auxílio de saúde pública”, analisa o médico veterinário Julio Barcellos, presidente da Conap. A Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (CEBEA/CFMV) também contribuiu com subsídios para a construção da lei.
O programa também deve considerar o quantitativo de animais a serem esterilizados necessário à redução da taxa populacional em níveis satisfatórios em cada localidade. Neste planejamento estão incluídos também os animais não domiciliados, com tratamento prioritário às comunidades de baixa renda.
“Existe uma série de zoonoses que são transmitidas por esses animais em condições em que eles não têm um controle sanitário efetivo. Como eles são vetores para algumas enfermidades e são hospedeiros intermediários de outras, certamente essa superpopulação acaba afetando a saúde pública”, aponta o presidente da CONAP.
A lei também prevê campanhas educativas, que devem ser promovidas em conjunto com os projetos de controle populacional. O objetivo é divulgar ao público, por meio dos meios de comunicação, noções de ética sobre a posse responsável de animais domésticos.
Clique aqui para ler o texto da Lei nº 13.426
Seres: Banco de Conhecimento oferece curso gratuito de RT em instalações animais
Neste mês o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) colocou no ar o Seres – Banco de Conhecimento da Medicina Veterinária e Zootecnia, uma plataforma de Ensino a Distância (EaD) que oferece, entre inúmeros objetos de aprendizagem, uma seleta lista de cursos exclusivos e de acesso gratuito. Entre as aulas virtuais acessíveis pelo site está um curso de Responsabilidade Técnica (RT) em instalações animais (biotérios), idealizado pelo CFMV para o aprimoramento de médicos veterinários, estudantes e educadores.
De acordo com a Resolução Normativa nº 6 do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), todas as instalações animais devem ter como Responsável Técnico (RT) um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). A função desse profissional, de acordo com a resolução, é “assistir aos animais em ações voltadas para o bem-estar e cuidados veterinários”.

Foto: Ascom/CFMV
Segundo o presidente da Comissão Nacional de Especialidades Emergentes (CNEE/CFMV) Carlos Alberto Müller, é que essa área é pouco abordada nos cursos de graduação em Medicina Veterinária. “O principal problema do RT em instalações animais é a falta de conhecimento do profissional que vai assumir essa responsabilidade, nessa atividade”, acredita Muller.
Para suprir essa lacuna, o CFMV decidiu contemplar o tema entre os primeiros cursos oferecidos no Seres. “Existe uma demanda muito grande para esse tipo de curso. Alguns Conselhos Regionais oferecem um curso de responsabilidade técnica geral, mas que não são específicos da área de instalações animais. Então o CFMV investiu em um curso via EaD”, explica Carlos Muller.
Conteúdo
Müller conta que as aulas foram especialmente criadas para a plataforma dinâmica de ensino do Banco de Conhecimento, e que o conteúdo abrange os principais pontos do trabalho do responsável técnico em instalações animais. O curso aborda questões como a ética animal, biossegurança e o papel do responsável técnico na preservação do bem-estar animal.
O conteúdo programático aborda, por exemplo, ética, legislação, bem-estar, biossegurança, as características da estrutura física de uma instalação animal, as normas de uso de equipamentos de proteção individual e coletiva, e quais procedimentos são realizados nesse tipo de local, cuja responsabilidade técnica cabe ao médico veterinário. “O ponto principal do curso é o bem-estar animal. Tem um capítulo só sobre esse assunto”, adianta Muller.

Curso de RT em instalações animais. Imagem: Seres/divulgação
As aulas também abordam outras responsabilidades do médico veterinário, como adotar procedimentos de eutanásia, prevenir, controlar e tratar doenças, e realizar diagnósticos. Estão incluídos no conteúdo programático, ainda, atividades sob supervisão do RT, como a destinação adequada dos resíduos, a aplicação de boas práticas de experimentação animal e a verificação de instrumentos legais de controle dos serviços prestados.
Qualquer médico veterinário ou estudante pode fazer o curso. Basta criar um cadastro no Seres e acessar o material pela rede. Ao final das aulas, o aluno tem a opção de fazer uma avaliação e, se aprovado, receber um certificado digital que vai complementar a formação tradicional de responsável técnico que já é obtida junto aos conselhos regionais.
Responsabilidade técnica
A Responsabilidade Técnica é um Selo de Qualidade do empreendimento com a chancela do CRMV, sendo exercida por um profissional médico veterinário cadastrado no respectivo CRMV. A atuação do RT é prevista pela Lei Federal nº 5.517/1968, que dispõe sobre exercício da profissão de MV.
Para se constituir RT, o médico veterinário necessita formalizar um contrato com o empregador. Esse contrato deve ser registrado no CRMV e a atividade do RT é orientada pelo Manual de Responsabilidade Técnica.
CRMV-PA realiza Palestra na área de equídeos com o Méd. Vet. Dr. Silvio Piotto Junior
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Cerca de 80 pessoas entre profissionais e acadêmicos de medicina veterinária participaram na última quinta-feira (23), no auditório do CRMV-PA, da palestra: “Interpretação Radiográfica e Clínica de Claudicações do Membro Pélvico e Tratamentos Não Cirúrgicos”, ministrada pelo méd. vet. Dr. Silvio Batista Piotto Junior.
O evento foi promovido pelo CRMV-PA com o patrocínio do Instituto Brasileiro de Veterinária (IBVET), e teve o objetivo de dar seguimento às atividades de educação continuada do Conselho.
Durante o encontro, Dr. Silvio Piotto, pode expor, apresentar e debater sobre diversos casos clínicos relacionados ao tema da palestra. Na oportunidade, Dr. Silvio Piotto, também divulgou o 3º Encontro Internacional de Medicina Veterinária que está sendo organizado pelo IBVET, além de destacar as inovações do evento no que diz respeito aos trabalhos científicos.
“Nessa terceira versão, nós vamos ter basicamente uma grande novidade que será o recebimento de trabalhos científicos. Esses trabalhos científicos vão ter uma inovação, que é a divisão dos trabalhos em categorias. Nós os dividimos em 4 categorias: Trabalho Científico (ISSN e DOI); Residentes/Pós-Graduação Lato Sensu (ISSN e DOI); Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação (TCC) e Trabalhos Iniciantes, essa última categoria, para aqueles que ainda não tem experiência na escrita acadêmica, mas querem relatar um caso clínico por exemplo. Acreditamos que vamos trazer para o mercado da veterinária e o mercado acadêmico, algo que dê muito valor aos trabalhos científicos.” – disse Dr. Piotto Junior.
O EVENTO
O 3º Encontro Internacional de Medicina Veterinária acontecerá nos dias 22 e 23 de setembro/2017, no Tauá Hotel & Convention, em Atibaia/SP. O evento tem uma vasta programação e se diferencia por conseguir unir profissionais e pesquisadores que trabalham tanto com equinos quanto com pequenos animais.
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
O III Encontro Internacional IBVET proporcionará aos seus participantes uma nova atividade neste ano. A classe Veterinária terá a oportunidade de apresentar e divulgar suas atividades e pesquisas por meio de apresentação de trabalhos. Acadêmicos, pós-graduandos, pesquisadores, docentes e profissionais autônomos poderão participar.
A apresentação dos trabalhos será dividida por categorias, desta forma o participante submete seu trabalho na categoria com que melhor se identificar.
Em cada categoria poderão ser apresentados trabalhos nas áreas de Pequenos Animais e Equinos, com enfoque em clínica médica, clínica cirúrgica, diagnóstico por imagem, reprodução e pesquisas de base.
Outra inovação será a premiação dos melhores trabalhos escolhidos pela Comissão Julgadora do evento. Esta premiação será dividida por áreas (Pequenos Animais e Equinos).
Para mais informações, assim como edital de apresentação dos trabalhos clique no link abaixo:
http://encontroibvet.com.br/br/node/404
Para inscrições e informações a respeito do evento acesse:
Comunicado da Comissão Nacional de Alimentos (CNAL) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), sobre a Operação Carne Fraca.
A operação “Carne Fraca” foi válida por ter apurado irregularidades entre empresas e fiscalização, possuindo o mérito de ter chamado a atenção dos consumidores sobre a qualidade dos alimentos. No entanto, por se tratar de ação sigilosa, acabou divulgando aspectos técnicos de forma equivocada e generalizada, causando pânico na população brasileira.
Ocorre que os principais pontos que foram trazidos a público não poderiam ter representado risco à saúde do consumidor, até porque seria inadmissível assumir que a Polícia Federal, investigando por dois anos, sabendo de eventuais perigos veiculados nos alimentos, ficasse estática aguardando que o pior acontecesse.
Isto prova, sem sombra de dúvida, que os alimentos produzidos eram, são, e deverão continuar sendo inspecionados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), que vem garantindo o adequado e rigoroso cumprimento da legislação federal que trata com muita propriedade do tema.
No Brasil o verdadeiro problema é o mercado clandestino e sem inspeção, impulsionado pela permissividade de muitas pessoas que adquirem carnes e outros alimentos de origem animal sem inspeção, ou seja, sem nenhum controle sanitário, podendo comprometer gravemente a saúde das famílias que tem este procedimento ou hábito.
Os médicos veterinários brasileiros vêm por mais de um século trabalhando diuturnamente para garantir um alimento seguro tanto para o mercado interno, como para o mercado internacional. Neste aspecto, quase 150 países têm depositado confiança no Serviço Federal, a tal ponto que compram diferentes tipos de produtos de origem animal, em especial as carnes, por saber da lisura e da responsabilidade que os próprios países atestam quando enviam suas missões técnicas para validarem os procedimentos adotados nas fábricas exportadoras brasileiras.
Não há o que temer quando o consumidor adquire um produto com a identificação da inspeção pelo SIF ou outro Serviço de Inspeção Estadual ou Municipal, pois lá estará o médico veterinário cumprindo a sua missão de contribuir para a prevenção de doenças, retirando do comércio os alimentos provenientes de animais doentes ou de manipulação ou processamento que prejudiquem ou comprometam a segurança destes produtos.
Alimento inspecionado, neste você pode confiar.
Comissão Nacional de Alimentos
Conselho Federal de Medicina Veterinária
CNAL / CFMV
CRMV-PA promove palestra: Interpretação Radiográfica e Clínica de Claudicações do Membro Pélvico e Tratamentos Não Cirúrgicos. Inscrições Gratuitas.
Com o intuito de dar seguimento às atividades de educação continuada, o CRMV-PA com o apoio do Instituto Brasileiro de Veterinária (IBVET) promove a Palestra: Interpretação Radiográfica e Clínica de Claudicações do Membro Pélvico e Tratamentos Não Cirúrgicos. O evento ocorrerá no dia 23 de março (quinta-feira), no auditório do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Pará, das 19h às 21h.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através dos números (91) 3249-0444/ 3249-8664. Estão convidados a participar do evento profissionais e acadêmicos de medicina veterinária.
Palestrante:
Dr. Silvio Batista Piotto Junior é Médico Veterinário formado pela Universidade Federal do Paraná em 1995. Residente no Hospital Veterinário Jockey Club de São Paulo. Mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná. Médico Veterinário do Hospital Veterinário do Jockey Club de São Paulo (1995 a 2004) e Diretor do Hospital Veterinário do Jockey Club de São Paulo (2004 a 2009). Diretor do IBVET – Instituto Brasileiro de Veterinária desde 2004.Fundador da Empresa de equipamentos EQUIBOARD. Ex Presidente da ABRAVEQ (2008-2012) Associação Brasileira de Veterinários de Eqüídeos.
Serviço:
PALESTRA: INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA E CLÍNICA DE CLAUDICAÇÕES DO MEMBRO PÉLVICO E TRATAMENTOS NÃO CIRÚRGICOS
Data: 23 de março/2017
Local: Auditório do CRMV-PA (Trav. Curuzú, 2318 – Marco – Belém/PA)
Público – Alvo: Profissionais e Acadêmicos de Medicina Veterinária
Inscrições: (91) 3249-0444/ 3249-8664 (thays) .
Vagas Limitadas!

CRMV-PA realiza curso de resenha, pelagem e coleta de material para exame de AIE, mormo e DNA para acadêmicos da UFPA/Castanhal

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Pará realizou nos dias 14 e 15 de março, o Curso de Resenha, Pelagem e Coleta de Material para Exame de AIE, Mormo e DNA, para os acadêmicos de medicina veterinária que cursam a disciplina Zootecnia I, no Campus II da UFPA – Castanhal.
O curso foi ministrado pelo presidente do CRMV-PA, Dr. Edson Ladislau e pelo Secretário Geral, Dr. Augusto Vianna, juntamente com o professor da UFPA, Alison Miranda. As aulas teóricas acorreram na UFPA/Castanhal e a parte prática no Haras Ypê.
A realização do curso na UFPA é fruto da parceria entre o CRMV-PA e as Instituições de Ensino Superior, para desenvolver atividades de educação continuada junto as IES, com o intuito de contribuir para o fortalecimento do exercício da medicina veterinária, além de tentar garantir a presença de profissionais cada vez mais habilitados para o mercado de trabalho, resguardando assim a sociedade.
8 de Março – Dia Internacional da Mulher

Homenagem do CRMV-PA a todas as mulheres, em especial as médicas veterinárias e zootecnistas por esse dia tão especial.

