O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo aplicativo que vai simplificar a notificação de doenças em animais. O app Saúde Animal, que foi desenvolvido em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do estado do Ceará (ADAGRI), também facilita o acesso a manuais, legislações, instruções normativas e outros documentos de forma rápida, prática e interativa.
O Saúde Animal foi lançado semana passada, durante o Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal (Endesa), em Belém (PA), e já pode ser baixado gratuitamente na Play Store, para dispositivos com o sistema operacional Android, ou App Store, para os aparelhos Apple.
Com a ferramenta, os criadores e médicos veterinários poderão enviar notificações às autoridades sanitárias sobre ocorrências de doenças ou focos no rebanho. Para enviar as informações, basta fazer um cadastro pelo próprio app.
Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DAS) do Ministério, Guilherme Marques, a ferramenta traz agilidade, acesso fácil e rápido à informação, interatividade e soluções colaborativas. “O uso do aplicativo permitirá ação rápida e dirigida, favorecendo a sanidade e a segurança dos rebanhos”, complementa.
Imagens do aplicativo. Reprodução.
O app conta com um acervo de documentos, entre eles códigos sanitários da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), manuais e legislações nacionais. Por enquanto, das normas estaduais, apenas das do Ceará estão disponíveis para consulta.
O programa também oferece uma assistente virtual, que facilita a navegação por meio de buscas ou comandos de voz. O aplicativo é compatível com os sistemas operacionais Android e IOS, e pode ser acessado em português, inglês e espanhol.
O Mapa estima que a ferramenta seja adotada por 1 milhão de usuários. O número é baseado nas estimativas atualizadas de que há no País, aproximadamente, 5 milhões de propriedades rurais.
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Pará, por meio de sua presidente e conselheiros, participaram de 04 a 08 de dezembro do V Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal – Endesa 2017, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia em Belém/PA.
O ENDESA teve com objetivo aprimorar as ações de Defesa Sanitária Animal, por meio do intercâmbio entre o Serviço Veterinário Oficial, setor privado e meio acadêmico e científico, além de realizar um balanço das ações dos dois últimos anos anteriores e projetar ações para o próximo biênio, destacando-se como um dos principais eventos técnico-científico dirigido ao público com interesse em Defesa Sanitária Animal.
O evento contou em sua programação com palestrantes nacionais e internacionais que abordaram temas como o papel dos serviços veterinários na produção e comércio seguro de alimentos e no bem-estar animal; desempenho, avaliação e financiamento do serviço veterinário nacional; aplicação de ferramentas da epidemiologia e economia no serviço oficial; papel do veterinário privado na defesa sanitária; abordagem de saúde única em resistência a antimicrobianos e o plano de ação do Brasil; interação dos veterinários das Forças Armadas com o serviço veterinário oficial, além de temáticas relacionadas às ações em epidemiologia, trânsito, quarentena e saúde de suínos, abelhas, animais aquáticos, ruminantes, animais selvagens, equinos e aves.
O V Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal foi promovido pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Pará (CRMV-PA), Federação da Agricultura e Pecuária do Pará – FAEPA, juntamente com outras instituições e órgãos do estado.
A presidente do CRMV-PA, Dra. Antonieta Martorano, participou ontem (4/12), da cerimônia de abertura do V Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal – Endesa 2017, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. O evento que traz como tema: “Serviço Veterinário Brasileiro: Em busca da Sustentabilidade”, reúne cerca de mil profissionais, nacionais e internacionais, que atuam na área da defesa sanitária.
Também participam do V Encontro o presidente do CFMV, Dr. Benedito Fortes Arruda, além de presidentes e representantes de outros CRMV´s. O Endesa acontece até o dia 08 de dezembro, e tem o objetivo de aprimorar ações de Defesa Sanitária Animal, por meio do intercâmbio entre o Serviço Veterinário Oficial, setor privado e meio acadêmico e científico.
O Pará é o Estado do futuro do agronegócio no Brasil, afirmou o ministro Blairo Maggi, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na tarde desta segunda-feira (4), diante do governador Simão Jatene, na solenidade de abertura do V Encontro Nacional de Defesa de Sanidade Animal (Endesa 2017), realizado no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém.
(foto: Thiago Gomes/Ag. Pará)
De acordo com o ministro, que é natural do Mato Grosso, maior produtor de grãos e gado do Brasil, o Pará possui vantagens tanto geográficas quanto estruturais em relação ao Mato Grosso, o que lhe abre possibilidades em todos os setores do agronegócio. “O Pará possui os rios para transportar os grãos e a proximidade com os grandes portos, além de ter uma extensão maior que o Mato Grosso, o que diz respeito a 28 milhões de hectares de terra”, ressaltou o ministro.
Ainda de acordo com Blairo Maggi, o Mato Grosso tem 903.357 quilômetros quadrados, enquanto o Pará possui 1,25 milhão quilômetros quadrados de extensão e, destes, 28 milhões de hectares já são terras antropizadas – modificadas pela ação do homem. “Se forem utilizadas pelo menos 50% destas terras para a agricultura serão 14 milhões de hectares, e o Mato Grosso produz em apenas 10 milhões de hectares os 60 milhões de toneladas de grãos”, comparou.
Segundo o governador Simão Jatene, para o Estado avançar na produção e combater a pobreza e a desigualdade é preciso uma tripla revolução. “Uma revolução pelo conhecimento, que coloque o conhecimento e a inovação a serviço de outra forma de viver e de se relacionar com a natureza. Uma revolução pela produção, que retire o conceito de produção dos manuais de economia e o coloque no manual da vida. Se preservar florestas e rios na Amazônia é importante para a reprodução da vida no planeta, preservar é também uma forma de produzir”, declarou o governador paraense, acrescentando que essa tripla revolução se completa com novas formas de gestão e governança.
Sem aftosa – Blairo Maggi e Simão Jatene também assinaram a Instrução Normativa que reconhece as Zonas de Proteção do Pará como livres de febre aftosa com vacinação. De acordo com o ministro, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá fazer o reconhecimento internacional da condição sanitária dessas zonas em maio de 2018. O ministro assinou ainda as Instruções Normativas sobre sanidade animal, prevenção, controle e erradicação do mormo e uso de vacinas vivas atenuadas contra salmonela paratífica em aves matrizes.
Foi firmado também durante a cerimônia um acordo de cooperação técnica entre o Mapa e o Conselho Federal de Medicina Veterinária. O Acordo tem como objetivo ampliar ações de articulação e aprimorar o intercâmbio de experiências e informações entre as instituições. Além disso, visa o desenvolvimento de um Plano de Educação Continuada em Defesa Sanitária Animal voltado a médicos veterinários e outros profissionais interessados no tema.
Da solenidade de abertura também participaram o secretário de Defesa Agropecuária, Luís Rangel; o diretor do Departamento de Saúde Animal, Guilherme Marques; o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, e o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Márcio Miranda, além de outros secretários de Estado.
Sustentabilidade – O Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal é promovido pelo Departamento de Saúde Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa. O tema deste ano é "Serviço Veterinário Brasileiro: Em busca da Sustentabilidade"
Do evento participam palestrantes nacionais e internacionais, abordando temas como o papel dos serviços veterinários na produção e comércio seguro de alimentos e no bem-estar animal; desempenho, avaliação e financiamento do serviço veterinário nacional; aplicação de ferramentas da epidemiologia e economia no serviço oficial; papel do veterinário privado na defesa sanitária; abordagem de saúde única em resistência a antimicrobianos e o plano de ação do Brasil; interação dos veterinários das Forças Armadas com o serviço veterinário oficial, além de temáticas relacionadas às ações em epidemiologia, trânsito, quarentena e saúde de suínos, abelhas, animais aquáticos, ruminantes, animais selvagens, equinos e aves.
Como nas edições anteriores, haverá apresentação de trabalhos técnico-científicos sobre defesa sanitária animal, em sessão de pôster, de acordo com as regras para a inscrição de trabalhos.
Mais de 300 participantes, entre estudantes e médicos veterinários, estiveram presentes no 1º Seminário Integrado de Saúde Única UNAMA/CRMV-PA. O evento ocorreu nos dias 17 e 18 de novembro, no auditório David Mufarrej, na UNAMA, em Belém/PA.
O Seminário contou em sua programação com 09 palestras, que abordaram temas como: Atuação do médico veterinário na saúde única; Raiva – Integração Defesa Sanitária Animal e Saúde Pública; Acumuladores de animais e saúde publica; Situação epidemiológica das leishmanioses no estado do Pará; Saúde pública e os cuidados no atendimento clinico; Programas oficiais do Centro de Controle de Zoonoses; Saúde Única – Conceitos e definições; Doença de Chagas: ontem, hoje e amanhã e Inspeção com foco na prevenção de doenças transmitidas por alimentos.
O evento foi promovido pela UNAMA e pelo CRMV-PA, por meio de sua Comissão de Saúde Pública e Segurança de Alimentos.
O CRMV-PA participou na manhã de hoje (17), de programação alusiva ao Dia Mundial da Alimentação, na Praça Batista Campos, em Belém. A ação faz um alerta às crianças, jovens e adultos sobre consumo consciente e alimentação saudável.
Durante a manhã, crianças da rede pública de ensino puderam participar de uma espécie de circuito da alimentação e aprender sobre a importância dos alimentos saudáveis como frutas e legumes para a saúde; receber orientações sobre os processos pelos quais os produtos passam até chegar ao supermercado e aprender como cultivar uma horta em casa, além de outras informações relacionadas ao tema.
A Semana da Alimentação Saudável teve como objetivo integrar instituições governamentais e representações da sociedade civil para a promoção de atividades que sensibilizem a comunidade sobre a importância da segurança alimentar e da adoção de hábitos alimentares saudáveis visando à preservação da saúde. O tema deste ano foi: “Mude o futuro da migração. Investir em segurança alimentar e no desenvolvimento rural” proposto pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).
O evento é realizado anualmente pelo MPPA e Adepará, e conta com diversos parceiros como Sedap, Emater, Sespa, Sesma, Procon, Corpo de bombeiros, Faepa/Senar, Semma, Ceasa, CRN7, Sindnut-Pa, Secon, Seduc, Semec, FMAE, Seaster, Conseans/PA, CRMV-PA, Comsea, Decon, Ufpa/Cecane e Fórum Estadual de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos.
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Pará e a Universidade da Amazônia promovem nos dias 17 e 18 de novembro, o I Seminário Integrado de Saúde Única, no auditório David Mufarrej, Unama Alcindo Cacela.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site extensao.unama.br
A conselheira do CRMV-PA, profª. Dra. Nazaré Fonseca, juntamente com integrantes das Comissões Nacional e Regionais de Animais Selvagens e representantes dos demais CRMV´s, participa de 6 a 8 de novembro, do II Fórum das Comissões Nacional e Regionais de Animais Selvagens do Sistema CFMV/CRMVs, na sede CFMV, em Brasília (DF).
O evento tem como principal objetivo promover a integração entre as ações das comissões e discutir e elaborar um novo Plano de Ação voltado ao tema: “Gestão da fauna invasora no Brasil”.
Durante o II Fórum, também estão sendo discutidas as ações realizadas pela Comissão Nacional e pelas comissões regionais no último ano, além dos desafios que tiveram em sua execução.
A presidente do CRMV-PA, Maria Antonieta Martorano e a secretária geral, Teresinha Rossetti, participaram ontem (7), do Seminário Temático: “Dia Mundial da Alimentação – Investir na segurança alimentar e no desenvolvimento rural”, no auditório Fabrício Ramos Couto – Ceaf/MPPA. A segurança alimentar, os impactos ambientais e o uso indiscriminado de agrotóxicos, foram os principais assuntos debatidos durante o evento.
Também estiveram presentes, o promotor de Justiça e coordenador do CAO Constitucional, Marco Aurélio Lima do Nascimento; o promotor de Justiça e diretor de cursos e eventos do Ceaf, José Godofredo dos Santos; o diretor geral da Adepará, Luiz Pinto de Oliveira; o engenheiro agrônomo do CREA/PA, Pedro Paulo Mota; o pró-reitor de extensão da UFPA, Nelson Souza Junior; e os promotores de Justiça Myrna Gouveia dos Santos, Frederico Antônio de Oliveira, Ernestino Roosevelt Pantoja e Joana Coutinho. Além de representantes de outros órgãos do estado, produtores, estudantes e a sociedade em geral.
O evento é promovido anualmente pelo MPPA e Adepará, e conta com diversos parceiros como: Sedap, Emater, Sespa, Sesma, Procon, Corpo de bombeiros, Faepa/Senar, Semma, Ceasa, CRN7, Sindnut-Pa, Secon, Seduc, Semec, FMAE, Seaster, Conseans/PA, CRMV-PA, CREA/PA, Comsea, Decon, Ufpa/Cecane e Fórum Estadual de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos, para as discussões dos temas que aborda o seminário.
A programação da Semana da Alimentação Saudável segue com palestras educativas em várias escolas públicas da capital, e terá seu encerramento no dia 17 de novembro, com um grande evento direcionado ao público infantil, na Praça Batista Campos.
A relação indissociável entre as saúdes animal, humana e ambiental é lembrada em todo o mundo no dia 3 de novembro, quando se comemora o Dia da Saúde Única. Nesta data, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) destaca como a Saúde Única ganha mais importância frente aos desafios do mundo atual, e salienta a importância do médico veterinário como protagonista nessa cadeia interdisciplinar.
A Saúde Única é uma abordagem que considera como humanos e animais interagem ecologicamente em um ambiente, onde qualquer alteração nestas relações provocará desequilíbrios e, consequentemente, a propagação de doenças. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) estima, por exemplo, que 60% de todos os patógenos que afetam os humanos são zoonoses, isto é, doenças infecto-contagiosas que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos.
O médico veterinário Fred Monteiro explica como o conceito de uma única saúde ganha importância conforme as recentes mudanças globais ameaçam o delicado equilíbrio dos três pilares que sustentam a saúde. “Com a globalização e a intensificação do comércio internacional, barreiras físicas deixaram de ser prevenção de doenças”, ressalta Monteiro, que é integrante da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária (CNSPV/CFMV).
“Neste cenário é que atuação do profissional médico veterinário tem papel fundamental no enfrentamento destas doenças, a evitar o adoecimento animal e, consequentemente humano”, aponta Monteiro. O médico veterinário está presente, por exemplo, no trabalho de vigilância de portos e aeroportos que procura impedir o transito de patógenos entre territórios.
Fred Monteiro aponta, ainda, outras questões que evidenciam a importância do médico veterinário na abordagem da Saúde Única, como o aumento da demanda mundial para produção de alimentos de origem animal e os efeitos das mudanças climáticas sobre a relação entre o ambiente, humanos e animais.
“O aumento da temperatura global elevou a área de dispersão de vetores, transmitindo doença para áreas onde antes não existia. De igual forma, El Niño, provoca seca em algumas regiões e cheia em outras, consequentemente aumentando o número de caso de diversos agravos. Médicos veterinários devem ficar atentos para o impacto dessas mudanças”, descreve Monteiro.
Os resultados dessas alterações na saúde podem ser observados, por exemplo, na representatividade das zoonoses entre as doenças que têm afetado a humanidade nos últimos anos: segundo a OIE, quase 75% de todas as doenças infecciosas emergentes que afetam os humanos nas últimas três décadas tiveram origem em animais.
O quadro é ainda mais grave quando se considera a resistência a antimicrobianos, considerada uma ameaça à saúde pública global pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A entidade estima que até em 2050, a resistência a antimicrobianos matará mais de 10 milhões de pessoas, superando as mortes por câncer.
“Na Medicina Veterinária o uso de antibióticos não é apenas como uma prática terapêutica e profilática, mas também, como promotor de crescimento e metafilática. Assim, médicos veterinários são considerados atores principais no uso racional de antibióticos, uma vez que bactérias resistentes podem ser transmitidas a humanos por alimentos de origem animal”, ressalta Fred Monteiro.
Veja o vídeo da série CFMV Explica e conheça mais sobre a Saúde Única
Histórico
A relação entre doenças que afetam humanos e animais é estudada desde o século 19, mas foi apenas na década de 1960 que Calvin W. Schwabe, conhecido como “pai de epidemiologia veterinária”, criou o termo “medicina única”, que mais tarde daria origem ao conceito de Saúde Única. O tema foi abordado em seu livro “Veterinary Medicine and Human Health”, no qual Schwabe enfatiza a necessidade de colaboração entre as medicinas humana e veterinária para efetivamente curar, prevenir e controlar doenças que afetam tanto humanos como animais.
Em 2004, um simpósio dedicado a debater abordagens interdisciplinares de saúde em um mundo globalizado permitiu a criação de um documento conhecido como “Princípios de Manhattan”, que define 12 prioridades no combate às ameaças à saúde de humanos, animais e da vida selvagem, e formou as bases para o conceito de Saúde Única.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), Saúde Única é uma abordagem para a definição e implementação de programas, políticas, legislação e pesquisa em que múltiplos setores se comunicam e trabalham em conjunto para alcançar melhores resultados para a saúde pública. Destacam-se como particularmente relevantes, a segurança alimentar, o controle de zoonoses e combate à resistência a antimicrobianos.