Investimento constante, inovações e muito trabalho. O dia a dia do pecuarista para entregar uma produção de muita qualidade a sociedade. 14 de outubro, dia nacional da pecuária. Parabéns pelo seu dia!
⚠️O Sistema CFMV/CRMVs divulgou recentemente resolução que institui a cédula de identidade digital. Entretanto, o novo modelo só estará disponível em janeiro de 2023.
Todas as informações sobre a mudança estão disponíveis na Resolução CFMV n° 1.475/2022.
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É a teoria que relaciona os maus-tratos aos animais e a violência contra as pessoas, principalmente mulheres, crianças e idosos. Muita gente já presenciou ou pelo menos ouviu falar de situações como essa, e ao contrário do que se costuma dizer, casais brigam e se envolvem, principalmente quando uma pessoa mais vulnerável é atingida! Como se isso não bastasse, ainda são forçadas a ver seus agressores atacarem seus animais de estimação. Isso acontece com tanta frequência que tem nome e vários estudos: é a Teoria do elo. Lembrando que maus-tratos aos animais é crime, de acordo com o Artigo 32 da Lei 9.605/1998.
Pesquisas indicam que 27,1% de adultos que, na idade infantil, sofreram violência doméstica foram também responsáveis por maus-tratos aos animais. (McEwen et al., 2014). E 50% das mulheres que sofreram violência doméstica relataram que seus agressores também haviam sido violentos com animais. (Padilha, 2011), e mais, 93% dos agressores de animais possuem histórico de cometerem outras infrações penais. ( Levitt et al., 2016). As agressões aos animais não surgem isoladamente. A violência contra o animal é reconhecida como um sinal de problema no ambiente familiar, sendo alerta de ocorrência de violência doméstica. Os maus-tratos aos animais estão, intimamente, relacionados com a violência interpessoal humana, predominante no contexto familiar e direcionada contra crianças, jovens, idosos e mulheres. Esses, junto com os animais de companhia, constituem um grupo vulnerável relacionados à Teoria do Elo”
Você sabia que o câncer de mama é um dos cânceres mais comuns e não se limita aos humanos? Esta doença é uma das mais comuns em cães e gatos. Por isso, separamos algumas novidades na prevenção e tratamento do câncer de mama pet.
Cerca de 50% dos tumores mamários em cadelas são malignos e podem ter comportamento agressivo ou metastático. Em gatos, o risco é ainda maior: cerca de 90% dos tumores são malignos e agressivos, e 80% tendem a metastatizar em um ano, afetando principalmente os pulmões. O câncer de mama geralmente ocorre em animais de estimação com predisposição genética e exposição a agentes cancerígenos ambientais, como envelhecimento e fatores hormonais. Como a doença começa assintomática, o diagnóstico pode ocorrer mais tarde, colocando os pacientes em maior risco. Por isso, a prevenção é fundamental: os anticoncepcionais são totalmente contraindicados, e a castração é recomendada como a melhor forma de prevenção dessa doença.
Castração é prevenção Além de reduzir consideravelmente as chances de uma gata ou cadela desenvolver um tumor mamário, a castração evita ainda o desenvolvimento de piometra (infecção uterina) e os cânceres de ovário e útero que, embora mais raros (cerca de 3% a 5% dos tumores), também colocam a vida dos pets em risco. Quanto antes a castração for realizada, menores as chances da cadela ou gata desenvolver um tumor mamário. No entanto, segundo o médico veterinário oncologista, Dr. Bruno Roque, é preciso avaliar a saúde do animal de forma integral. A castração antes do primeiro cio pode prejudicar o desenvolvimento do pet, causar incontinência urinária futuramente e reduzir o papel protetor do estrógeno para outros tipos de cânceres. Para ele, o mais indicado é realizar a castração com um ano e seis meses de idade, desta forma garantindo o desenvolvimento completo dos tecidos do corpo e também o efeito profilático para o câncer de mama. A castração, aliás, é indicada mesmo para animais em idade adulta.
Como tratar o câncer O tratamento para o câncer de mama é a cirurgia, preferencialmente com retirada total de toda a cadeia mamária. Segundo o oncologista, desta forma é possível prevenir o desenvolvimento de novos tumores nas demais mamas. Caso existam tumores nas duas cadeias mamárias, o indicado é realizar a mastectomia em dois estágios. A cirurgia pode, ainda, incluir a retirada dos linfonodos, conforme avaliação do cirurgião. Já a quimioterapia é indicada apenas quando for detectado um tumor mais agressivo, com indício de metástase e comprometimento dos linfonodos.
Carinho também é diagnóstico O câncer de mama em pets é uma doença grave e quanto antes o diagnóstico for realizado, melhores são as chances de cura para os pets. Consultas de rotina, preferencialmente a cada seis meses, são essenciais mesmo em animais castrados, juntamente com a realização de exames de sangue e de imagem, que auxiliam na detecção precoce de eventuais tumores. Até mesmo os machos precisam ser avaliados. Embora o câncer de mama seja mais raro neles, quando ocorre é ainda mais agressivo. A dica é aproveitar o momento de interação e carinho na barriga para palpar as mamas e verificar se não há nenhum nódulo, além de verificar se há secreção anormal saindo das mamas. Para os gatos, que geralmente não apreciam o toque na barriga, pode ser um pouco mais difícil, mas o ideal é tentar acostumar o bichano com a palpação, um cuidado em forma de carinho. Por isso é preciso contar com a percepção dos tutores em relação aos sinais apresentados pelos pets e aos sempre indicados check-ups periódicos. Consultas de rotina, preferencialmente a cada seis meses, com realização de exames de sangue e de imagem auxiliam na detecção precoce de eventuais tumores.
A data destaca a importância que os animais têm na vida dos seres humanos e do nosso planeta, ressaltando o respeito e o compromisso que todos os seres humanos devem ter com o meio ambiente e com os animais.